segunda-feira, 31 de março de 2008

O vício

Engraçado, não consigo não ter a rotina de escrever no blog semanalmente, Márcia, continuarei a postar e relerei minhas postagens nos dias seguintes. Isso virou vício!

Estou terminando o livro que é para esta quinta-feira próxima, como escrevi na postagem anterior, estou amando, é uma lição de aprender e ter conhecimentos novos sobre como escrever. E isso para mim é uma delícia, mesmo sendo e sabendo que é difícil mudar seu modo com tantos vícios que temos, mas acredito que é treino. Penso igual na área de Enfermagem, quando contratam novas pessoas, mais novas, sem vícios, assim podem adquirir profissionais conforme o hospital demanda e quer se apresentar; quando essas começam a ficar com vícios, são desligadas da empresa.
É, faz parte, é um ciclo... vejo isso na escrita também, quando temos muito vício em escrever de tal jeito é uma dificuldade enorme de mudar, mas é preciso para uma melhora e uma boa escrita.

Estava pensando esses dias e, falando sobre o filme que vimos na semana retrasada, percebi que eu falo muito em "metáfora", em várias ocasiões. É engraçado se pensar nisso e percebemos como falamos. Estou reparando muito nisso, é interessante!

quinta-feira, 27 de março de 2008

Exercício no meu blog

A Profª Márcia, me pediu um novo desafio, reler, rever e tentar "arrumar" minhas palavras como editora. Por este exercício, os textos postados de hoje em diante estarão partes abaixo escrito em azul este exercício.

Apenas aviso postando para ninguém achar estranho.

quarta-feira, 26 de março de 2008

A Arte de Escrever


Bom, essa semana comecei a ler o livro A Arte de Escrever do Schopenhauer. Posso dizer que no comecinho, não gostei nada! Mas quando realmente comecei a ler o que tem de conteúdo do livro, me dei conta que era uma lição da Arte de Escrever e Ler. São palavras claras, e diretas, pensamentos exatos e descrentes. Gostei muito do livro, mesmo que no inicío houve um arrependimento enorme da compra deste, mas agora, estou amando!

Muitas frases grifadas e pensativas, não para discutir mas sim para pensar e aprimorar a escrita após a leitura!

Sobre o filme da semana passada, na verdade não tenho nada a comentar...na verdade penso que não quero comentar, neste momento, talvez mais para frente.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Mente algo inesplicável


A mente, que faz com que nós pensemos, escrevemos, falemos, lemos. A mente essa estranha que deixa uma incógnita e um vão nas palavras esquecidas, nas frases incompletas.
Essa que sem, morremos ou viramos vegetal. Essa e que és tão importante para vivermos e aprendermos, tanto a lidar com os outros como consigo mesmo.
Mente essa que não mente para si mesma, que não nos deixa sozinha, que não a abandona. Mesmo estando doente, esta que sempre estas contigo, que as ajuda a vencer batalhas em guerras difícieis. Mente esta que não sabemos como cuidar, como não deixa-la morrer.

Por que a mente é algo inesplicavél?
Como as palavras são formadas, será que são através da mente? Como pode?

Escrever, Ler , Falar

Lembro na minha infância, o quão difícil era eu ler, livros que a escola mandava ler e depois fazer trabalhos ou responder questionários, para mim era um sacrifício. Mas, minha mãe, erradamente lia para mim e fazia os trabalhos em meu nome. Com isso, desgostei da leitura e, só fui gostar de ler há um tempo atrás.
Já a escrita, sempre gostei desde pequena, escrevia minhas "palavras" de formas diferentes e erradas, mas escrevia para poder colocar meus sentimentos para fora. E, com isso se segue até hoje.
Na fala, era travada, tímida, que como já escrevi, não tossia em sala de aula, de vergonha... com o passar dos anos, eu aprendi que vergonha não levava a nada, e com isso me soltei, devagar, mas soltei. No colegial era toda toda, falava que nem papagaio, na faculdade também, até que fui elegida como representante de sala, e na pós de novo. Ainda tenho meus "medos" de falar e expressar, porem isso é uma aprendizagem e um processo para mim, que aos poucos irei desenvolver e me resolver!

Não sei porque lembrei disso tudo, até porque essa semana que passou, não tinha idéia do que escrever. Estava meio com preguiça.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Um ato depois do outro

Fui ao shopping fazer umas compras de aniversário para este mês entrei na Livraria Cultura para ver se achava um livro legal para meu irmão, quando me dei de cara com o livro da Clarice Lispector, A Hora da Estrela, comprei! Quando cheguei em casa, pensei em lê-lo, mas na verdade teria que ler antes a Arte de Escrever, que é para o dia 03/04, mas como ainda não comprei e me planejei para ler no feriado, resolvi começar a ler Clarice. No começo ria sozinha por ver a escrita dela...ops, não vou comentar, depois no tempo certo faço os comentários, pois a turma estará lendo junto!
Enfim, como meu irmão havia comentado deste, resolvi comprar, ler, e dar a ele de aniversário! Assim, será um presente o qual depois podemos discutir e nos aprofundar. Eu estou amando depois de muitas vezes desistir.
Vou terminar até dia 19 e depois começo o outro para começo de abril. Fiz o contrário, mas me serviu como aprendizagem e "caiu" na hora certa este livro!

quinta-feira, 13 de março de 2008

Um ato de desespero

Eu não ia escrever, mas fiquei muito incomodada e resolvi escrever o porque disso e o que me fez ficar assim e como fiquei depois. (tem muito "fiquei")
Depois de ler o texto em aula sobre João Cabral de Melo Neto, sobre o que é para ele "inspiração", dizendo que poesia é ma construção, uma composição que é planejada de fora para dentro, que é preciso estudar as palavras, as frases, que é preciso um planejamento!

Me revoltei na discussão da sala, com tudo isso, parecia que estavam falando diretamente para mim, sobre esse tema de "inspiração", me senti igual ao ditado "se a carapuça serviu..." e serviu. Mas me senti super incomodada e o pior de tudo é que não consegui me defender, pois para mim o exercicio pior que tem é a FALA! No momento da discussão, parece que me senti como em casa, numa batalha, sendo agredida com armas sem eu poder me defender, pois ainda estou em processo de aprendizagem, o falar! Comecei a escrever desesperadamente no meu caderno sobre a minha revolta do significado da palavra "inspiração" para o contexto geral do pessoal da sala e da professora. Foi uma sensação horrivel, o qual estou passando em casa também, mas isso é outra história.
Escrevi me defendendo sobre uma agressão o qual estava sentindo, pois uso a palavra "inspiração" desde que comecei a escrever (1995) e, de repente isso para mim não fez sentido.
Resolvi escrever isso para poder "soltar" as palavras, a angústia e a sensaçaõ de me sentir ameaçada, sabendo que a intensao não era esta! Mas como não consigo ainda o ato de falar e defender em sala de aula, escrevo.
Tenho certeza que isso é um processo para mim, igual a algumas pessoas como o processo de escrever. A fala para mim é muito dificil, é um sofrimento, mas há de passar com treino e necessidade.

Peço desculpas a todas vocês, principalmente a profª Márcia, mas realmente não consegui me expressar em sala de aula, estou em adaptação e em processo de aprendizado, se é que podemos chamar assim, em falar em público!

(E, tentarei não escrever essa semana, para que vocês não me tirem da casa, risos. Eu comentarei apenas no blog de todas.)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Que belo dia!

Terça - feira, dia em que acordei cedo, dei uma hora de vivência do meu projeto para crianças. Depois fui ver apto com engenheiro, que para variar, perdida em São Paulo com carro mas tudo bem me encontrei e deu tudo certo. Após as 16hs cheguei em casa, arrumei algumas coisas, dei uma lida rápida no texto e fui para aula. Cansada, exaurida e exausta, mas com o decorrer da aula fui animando, pois é um assunto que me interesso e gosto.
Sono que atrapalha a mente, que deixa confuso as palavras
O cansaço que esvazia as sinápses.
Que deixa o corpo vazio, sem vontade de fazer nada e de pensar em nada
Cansaço este que permanece no corpo e na mente
Dormir, isso sim, fazer com que tudo isso desapareça e acordar renovando as sinápses, mente, corpo e força para um novo dia e um novo momento.
3ª Feira - aula de Psicologia - 11/03/2008


Lá pelas 22hs a aula acabou, fui para casa e quando cheguei, o banho era tudo de mais maravilhoso, refrescante, relaxante, jantei e fui deitar. Estava mesmo cansada, energética querendo ler algo novo, fuçei nos livros em casa e encontrei um que pelo título já me interessei chamado " Tudo que eu devia saber na vida aprendi no jardim-de-infância" de Robert Fulghum.
Comecei a ler, me diverti. Ri sozinha com algumas frases e histórias dele. Mas uma coisa que me chamou muita atenção foi uma frase que ele colocou logo no comecinho. Na verdade citou como um Credo de Contador de Historias:
Creio que a imaginação pode mais que o conhecimento.
Que o mito pode mais que a história.

Que os sonhos podem mais que os fatos.

Que a esperança sempre vence a experiência.
Que só o riso cura a tristeza.
E creio que o amor pode mais que a morte.
E uma outra coisa o qual me interessei bastante foi quando ele escreve o que realmente aprendeu no jardim-de- infância.
Dividir tudo com os companheiros
Jogar conforme as regras do jogo
Não bater em ninguém
Guardar os brinquedos onde os encontrava
Arrumar a "bagunça" que eu mesma fazia
Não tocar no que não era meu
Pedir desculpas, se machucava alguém
Lavar as mãos antes de comer
Apertar a descarga da privada
Biscoito com leite frio fazem bem à saúde
Fazer de tudo um pouco - estudar, pensar e desenhar, pintar, cantar e dançar, brincar e trabalhar, de tudo um pouco, todos os dias
Tirar uma soneca todas as tardes.
Ao sair pelo mundo, cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e sempre "de olho" na professora.
Após isso ele compara com o dia de hoje, adulto, na verdade compara a sementinha de feijão, plantada no copo de plástico. Dizendo que é assim mesmo, nós se fizéssemos tudo isso dos itens acima teríamos um mundo melhor, pois imagine: se fizéssemos um lanche de biscoitos com leite às três da tarde e depois nos deitássemos, sem a menor preocupação, cada um no seu colchãozinho, para uma soneca. Ou se todos os governos adotassem, como política básica, a idéia de recolocar as coisas no lugar onde estavam quando foram retiradas; arrumar a "bagunça" que tivessem feito. E, não importa a idade que tenha, ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas, e fique sempre "de olho" no companheiro.

Eu amei essa parte do livro e, pensando hoje, realmente seria maravilhoso se todos seguissem os itens acima. Mas, seguiremos por parte e tenho certeza que um de nós no mundo de hoje, levará a vida mais tranquila ao fazer o que aprendemos no jardim-de-infância!

segunda-feira, 10 de março de 2008

As palavras, a escrita, a leitura

Hoje estou um pouco melhor as palavras estão mais unidas e as imagens mais "frescas" em minha mente! É engraçado escrever e as pessoas lerem o que escrevemos, digo assim, em forma de diário.

Mas enfim, as palavras são ditas e nelas unidas letras que se formam frases, palavras ditas com dor, com raiva, com amor, com alegria, indiferente da forma ela tem seu valor!
É, precisamos pensar nelas antes de dizê-las.

Já na escrita, cuidamos ao escrever, não há tanta força quanto a palavra dita, porém a escrita se vêem com a pensativa. Ao ler, aí entramos em outra fase, que se une com a primeira e se junta com a segunda! Ler é gostoso mas, precisamos saber o que realmente nos toca e se estamos preparados para tal livro, texto ou artigo. Na leitura usamos a imaginação e esta deve estar livre para esse movimento. Movimento que digo, ou melhor, escrevo é o movimento da leitura, da imaginação, da palavra, da mente!


Parece que estou melhorando...

quinta-feira, 6 de março de 2008

As inspirações

Engraçado escrever que inspiração vem do acaso.. me lembra o texto lido na sala de aula! Como diário, escrevo neste momento que há muitas coisas acontecendo muito rapidamente em minha vida, ou melhor, nesta semana, assuntos a resolver para ontem, aptos para ver para amanhã, animais em casa adoecidos, muitas coisas, grande valores.
Minha inspiração realmente está mais lenta essa semana.. mas tenho certeza que com o tempo ela há de voltar.

não estou muito afim de ficar escrevendo palavras hoje... por isso penso que é melhor parar por aqui!

Até amanhã..

Inspiração... nenhuma

Essa semana foi difícil pensar no que escrever no blog, parece que foi meio tumultuada a semana. Mas, enfim, não paramos de pensar em palavras, frases, imagens.
Ao ler o texto do Ítalo Calvino, foi engraçado, pois estava na mesma situação, ou parecida que ele, não tinha nada para fazer, quando peguei o texto, quando comecei a me interessar e a participar, foi aí, que literalmente participei. Tive que fazer babysiter para uma amiga, e ao mesmo tempo querer ler, era almoço, era telefone, era conversas paralelas.. Mas no fim, eu li e adorei o texto achei muito engraçado e muito gostoso a forma que ele descreve os personagens e seus fazeres.

Não estou muito empolgada para escrever hoje, não sei direito o que é, mas estou sem inspiração!
Fico por aqui...

sábado, 1 de março de 2008

No descrever

Tive uma experiência de descrever um pôr-do-sol e o cheiro de um perfume, acho que e interessante esse fato de descrever coisas que podemos sentir, transformando em palavras. É um desafio.
O pôr-do sol.
Quando o dia começa a ficar frio, quer dizer que a noite esta querendo chegar, para isso o sol precisa se pôr a dormir, eles avermelhados começa-a-se baixar atrás de montanhas, com uma lentidão, que, quando ao piscar dos olhos, ele já se fora. Enquanto isso ocorre, uma brisa fria em seu rosto, o cheiro de verde, de natureza em seu olfato chega. Assim, o pôr-do-sol se foi, e a noite com a Lua, chega. Ela, prata, redonda, com harmonia as estrelas, dando luz ao caminho escuro do homem, ilumina os sonhos e sonos de todos.

É, para mim um desafio descrever isso, penso que para todos, mas gosto de livros e textos que descrevem a simplicidade da vida, porque como disse, para mim é difícil, e assim, leio o que devo aprender a como escrever. Vou exercitar mais em descrever as simplicidades da vida!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Interpretação

Ao ler o conto de Clarice Lispector, foi como contar um livro para uma criança. O processo foi engraçado até. Vou escrever um pouco como aconteceu.
Sentei na minha escrevaninha no silêncio do quarto, apenas com pequenos barulhos do lado de fora, como cachorros latindo, ônibus passando, carro brecando, buzinas etc. Me concentrei no texto, primeiramente no título, após, fui lendo devagar... desta vez não se passou nada, não houve suor, tremores, nada. Ao continuar passar os olhos no conto, fui imaginando a cena em minha mente, engraçado, pois lembrei que já havia lido esse texto uma vez, para uma criança no hospital, quando fazia trabalho voluntário.
Continuando, a ler minha mente foi se transformando em imagens e, quando terminei fiquei muito satisfeita por ter entendido e gostado de ler.
Depois, fui comentar o texto para meu irmão, perguntei a ele se conhecia o conto, ele disse que não se lembrava e pediu para que eu contasse, contei! E, foi engraçado... ele entendeu! Isso para mim, foi inédito pois quando era pequena, menor, não conseguia ler e explicar os textos, livros, etc. Tinha dificuldade de entender, e, hoje vejo que na prática e ao desprender da vergonha, consigo fazer o que mais temo, tanto ler em voz alta como explicar o que entendi de um conto ou texto.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Historinha...

Engraçado lembrar de quando era menor e comecei a escrever, foi quando descobri que estava doente, tinha por volta dos 10 - 12 anos de idade, era magra, pálida, com manchas avermelhadas na pele, e qualquer coisinha ficava com hematomas. Comecei a escrever pequenas poesias rimadas de quatro linhas, aos poucos fui me soltando, quando vi, estava escrevendo frases, palavras completas, sem rimas, sem organização de parágrafos, nada. Mas sentimentos e estórias minhas estavam no papel. Assim foi, durante anos, contando minha historia e meus sentimentos no papel através de "palavras" (assim eu chamo os "poemas" que escrevo). Quando descobri que precisava transplantar o meu fígado, acho que foi uma época a qual eu mais escrevi, na verdade, foi uma época a qual eu mais me fiz perguntas, assim virou "palavras".
E, com o passar dos anos fui escrevendo varias coisas, sobre sentimentos do transplante, de namorados, de perdas, de aniversários, de morte, de vida, de amigos etc.
Há um tempo atrás pensava em escrever um livro, junto com minha madrasta que és jornalista, começamos sim a escrever, porem ocorreu varias interrupções e, perdemos tudo! Ainda tenho guardado dois capítulos do livro, que um dia, ainda há de voltar a escrever. Pois acredito que minha vida esta nessas "palavras" e ajudará pessoas e adolescentes que ainda passarão pelo que passei, e saberão que há futuro se houver força de vontade!
Quando fui a aula, e a professora Márcia, disse que teríamos que escrever nossos pensamentos em um blog, achei engraçado, pois meu ciclo de escrever havia fechado. E, por destino volto a escrever com mais vontade e pensamentos.
Espero terminar meu livro! Pois acredito de verdade que pode ajudar alguém! São palavras muito sinceras e sentimentos normais de uma adolescente adoecida com um amadurecimento precoce.
Minha historinha de vida de "palavras" é isso... e vamos andar para frente, pois para trás é passado e estória.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Lendo em voz alta

Engraçado a professora Glória Kok pedir para ler um paragrafo em voz alta, a sensação de ler voltou a minha infância, com suores, tremores, e vontade ao mesmo tempo. Foi um paragrafo simples, que, quando me lembro da infância hoje, tenho vontade de rir... mas eu era assim.

Quando a professora pedia para ler em voz alta, eu suava feito picolé no calor, tremia feito batedeira, mas eu tinha que ler, e com isso vinha a vergonha e a gagueira, ouvia-se risadas ao fundo da sala e conversinhas paralelas. Eu na infância era muito tímida, tinha vergonha até de tossir em sala de aula. Hoje, já não mais.. porem a gente cresce e aprende a enfrentar nossos medos.

Ler, em si, para mim é uma dificuldade muito grande, porem como escrevi acima, tenho que superar as guerras e vencer as batalhas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Um dia qualquer

Um dia desses, sem compromisso, estava passando em minha mente, algumas letras, sílabas, pontos e virgulas, sem união ou conjuntura.
Mas certo momento começou a vir palavras, frases e pontuações que se formaram no seguinte texto:
Crianças são caixas de surpresa, são letras soltas que quando unidas são harmonia
Letras são unidas para serem lidas e escritas
Pessoas podem ser adultos ou crianças
Dessas três palavras todas são complementadas por uma.
Bom.. vamos lá repassar o texto:
Um dia desses, sem compromisso, algumas letras, sílabas, pontos e virgulas estavam soltas em minha mente, sem união ou conjuntura. Mas certo momento começou a vir palavras que se formaram nas seguintes frases:
Crianças são caixas de surpresa, são letras soltas que quando unidas são harmonia
Letras são unidas para serem lidas e escritas
Pessoas podem ser adultos ou crianças
Dessas três palavras todas são complementadas por uma.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Relato de quem lê

Ao pegar o poema para ler, na minha mente se passaram palavras soltas sem vírgulas, pontos e gramática. Assim que me concentrei para ler, o tic-tac do relógio, as respirações dos colegas, isso tudo foi ao longe, e com o tempo os olhos no papel, assim lendo devagar com pontuações corretas, pensando na própria palavra e seu significado. Li duas vezes, sendo que na segunda vez a imaginação veio com mais intensidade fazendo com que as palavras do poema se tornassem realidade em minha mente.
Ao final, a interpretação deixada foi a compreensão das palavras soltas que se tornaram frases e as imagens que tornarem visíveis.

Leitura do poema Catar Feijão - João Cabral de Melo Neto.


Percebi após visto como "editora", que neste texto há alguns erros e palavras diversas repetidas, de forma a qual não se daria para um bom entendimento na leitura. Vou repassa-lo abaixo de uma maneira mais compreensiva , pelo menos na minha leitura e visão.
Ao pegar o poema para ler na minha mente se passaram palavras soltas sem vírgulas, pontos e gramática. Assim que me concentrei, o tic-tac do relógio, as respirações dos colegas, ficaram distantes e com o tempo, lendo devagar as pontuações corretas, as palavras e seus significados vieram a fazer sentido. Li duas vezes, sendo que na segunda vez a imaginação veio com mais intensidade fazendo com que as palavras do poema se tornassem realidade em minha mente. Ao final, a interpretação deixada foi a compreensão das palavras soltas que se tornaram frases e as imagens que tornarem visíveis.
Depois desta revisão que penso eu que está mais clara e compreensiva que na de cima. O que você leitor acha?

Reflexão sobre a leitura de Carlos Nejar

Pensamentos que tem inspiração para palavras fluírem.
Palavras que outros lêem sem entender, palavras repetidas que outros criticam.
Palavras que para mim são letras soltas que com algum tipo de relaxamento vêem-se a unir.